O Brasil comprometeu-se hoje a apoiar a formação de 3.620 profissionais de saúde angolanos através do lançamento oficial do acordo de cooperação na presença da ministras da Saúde angolana e brasileira.
Taxistas e mototaxistas em Luanda defenderam hoje um aumento das tarifas para fazer face aos gastos acrescidos com o combustível, devido ao aumento do preço do gasóleo para cerca de 200 kwanzas/litro.
O Corredor Ferroviário do Lobito, um projeto de infraestrutura crucial que se estende de Angola através da República Democrática do Congo (RDC) até à Zâmbia, está no centro de um cabo de guerra estratégico que envolve os interesses dos Estados Unidos nos minerais africanos.
A despesa acumulada com subsídios aos combustíveis em Angola cresceu para 2,5 mil milhões de euros em 2023, mais 16,4% em termos homólogos, com um aumento de 128% nos subsídios ao gasóleo no último trimestre.
A Human Rights Watch (HRW) afirmou hoje que a lei de segurança nacional proposta pelo Governo angolano “não cumpre as normas internacionais de direitos humanos” e “compromete a liberdade de imprensa, expressão e associação”.
Adalberto Costa Júnior, líder da UNITA, considera que o Presidente João Lourenço não tem cultura democrática e exige a sua saída para evitar que o desespero dos angolanos crie um ambiente de instabilidade e violência.
O litro do gasóleo passa a custar 200 kwanzas a partir das zero hora de terça-feira, 23, um aumento de 48%, dando continuidade ao processo de remoção de subsídios aos combustíveis de acordo com um comunicado do Instituto Regulador dos Derivados do Petróleo divulgado hoje.
A coordenadora de projetos e programas da Associação Construindo Comunidades (ACC) disse hoje, em Luanda, que as ordens para a expropriação de terras partem de entidades do Governo angolano, na capital, para os administradores locais, ignorando as populações.
A Frente para a Libertação do Enclave de Cabinda (FLEC) denunciou hoje, em comunicado enviado à Lusa, “execuções sumárias extrajudiciais de civis inocentes” cometidas pelas Forças Armadas Angolanas (FAA) na área de Tando-Nzinze.
O Conselho de Ministros apreciou esta segunda-feira, para envio à Assembleia Nacional, três propostas de lei, com destaque para o sobre crimes de vandalização de bens e serviços públicos que vai de cinco a 15 anos de Prisão.