O ministro de Estado e chefe da Casa Militar do Presidente da República, Francisco Pereira Furtado, denunciou, esta terça-feira, na cidade do Soyo, província do Zaire, o envolvimento de altos dirigentes do país no contrabando de combustível para a República Democrática do Congo (RDC).
O Sindicato de Jornalistas Angolanos (SJA) condena "o uso abusivo de autoridade" pela polícia contra jornalistas na cobertura de protestos e manifestações. Num comunicado divulgado esta segunda-feira, o sindicato lamenta que tais atos "são recorrentes" e sem "qualquer tipo de responsabilização".
O grupo parlamentar da UNITA, maior partido da oposição angolana, acusou hoje a Polícia Nacional de combater a criminalidade com "outros crimes" e defendeu a necessidade de se “sanear, reestruturar e reinventar” a força de segurança.
Em março, o Presidente de Angola aceitou o convite para participar no Fórum de Cooperação China-áfrica que se está a realizar em Pequim. Sete meses depois mudou de planos e enviou o ministro das Relações Exteriores em seu lugar.
O secretário-geral da Assembleia Nacional, Agostinho de Neri, revelou que o Parlamento prevê a abertura dos canais de televisão e rádio na próxima sessão legislativa, que abre em Outubro, estando, neste momento, a finalizar o apetrechamento técnico e tecnológico dos mesmos.
Esta semana arranca o Fórum de Cooperação China-África, que será realizada em Beijing de 4 a 6 de Setembro, Angola está hoje mais "distante" do país asiático. E se a China continua a ser o nosso principal parceiro comercial e credor, já Angola representa uma migalha cada vez mais pequena no mundo chinês.
O Ministério da Saúde de Angola declarou hoje descartados os casos suspeitos do vírus mpox nas províncias de Cabinda, Lunda Sul e Namibe, após exames negativos das amostras, garantindo que o país continua livre da doença.
Angola é o maior parceiro económico da China na África subsaariana, contabilizando mais de 45 mil milhões de dólares, entre 2000 e 2022, em empréstimos e financiamentos do país asiático para 258 projetos, principalmente na energia e transportes.
O poder de José Eduardo dos Santos no MPLA foi construído ao longo de trinta e sete anos. Ao longo desse período, JES teve tempo para tudo: afastar concorrentes internos, fazer aliados e lealdades, promover uma nova geração de dirigentes e iniciar o processo de democracia interna, com a inclusão nos estatutos das múltiplas candidaturas.
João Lourenço trouxe um novo estilo de governação, em que as mulheres assumem um grande protagonismo, ocupam cargos de destaque em órgãos dos poderes Executivo, Legislativo, Judicial, nas forças de defesa e segurança e nas estruturas do MPLA.