O "nível de contestação" ao MPLA "é muito elevado", dizem analistas ouvidos pela DW. Mas o partido no poder em Angola não teme a crise dos partidos libertadores da região, como a que enfrenta a FRELIMO em Moçambique.
O Tribunal Constitucional de Angola indeferiu hoje a providência cautelar interposta pelo militante do MPLA António Venâncio para suspender o VIII congresso extraordinário do partido, que se inicia segunda-feira, em Luanda.
O analista angolano Albino Pakisi previu hoje que o VIII congresso extraordinário do MPLA, com início segunda-feira e no qual o líder do partido quer "trazer à tona" o tema da bicefalia, que rejeitou em 2018, será "polémico".
O Procurador-Geral da República de Angola destacou hoje a entrada este ano do maior número de procuradores de sempre na instituição, um “aparente alívio” que durou pouco, já que serão necessárias mais admissões devido às novas províncias.
O secretário do Bureau Político do MPLA para Informação, Esteves Hilário, garantiu, esta quinta-feira, estarem criadas todas as condições para a abertura do VIII Congresso Extraordinário do partido, na próxima segunda-feira, em Luanda.
O Instituto de Comunicação Social da África Austral - Angola (MISA Angola) disse hoje constatar o "estreitamento das liberdades", sobretudo de imprensa, no país e prepara uma jornada de protesto, designada "Erga o Punho" contra a atual situação.
"A cooperação com alguns países, temos sentido, está a melhorar bastante, nomeadamente do Dubai", afirmou o PGR de Angola, referindo-se ao processo que envolve a empresária Isabel dos Santos.
O presidente do Tribunal Supremo de Moçambique disse hoje que não existe uma ordem de prisão contra Venâncio Mondlane, candidato presidencial que lidera, a partir do estrangeiro, a maior contestação contra os resultados eleitorais que o país viveu.
O Presidente de Angola instou hoje em Pretória a África do Sul a encontrar uma solução regional para a crise de instabilidade "preocupante" que diz estar a afetar Moçambique.
A UNITA justificou esta quinta-feira, 12, o voto contra o Orçamento Geral do Estado (OGE2025), como expressão política da indignação do povo por muitas razões, pois "trata-se da autorização para gerir o dinheiro de todos angolanos e que devia garantir o bem-estar das famílias".