Já está publicado em Diário da República o diploma de autorização legislativa que dá luz verde ao Presidente da República, João Lourenço, para proceder aos ajustes dos salários da função pública.
O jornal JEUNE AFRIQUE, fez uma entrevista exclusiva a João Lourenço, tendo questionado ao actual presidente da União Africana, o que poderia responder a luta contra a corrupção que foi, por vezes, criticada por sua selectividade, supostamente mirando principalmente a família Dos Santos e seus aliados.
A polícia angolana dispersou hoje a manifestação contra a fome, pobreza e o desemprego, que estava agendada para este sábado, em Luanda, com disparos de gás lacrimogéneo e “várias detenções”, disseram alguns ativistas.
O Presidente angolano, João Lourenço, disse hoje que os angolanos "estão de parabéns" pelo facto de o país assumir pela primeira vez a presidência rotativa da União Africana, assumindo que o mandato terá "muitos desafios" na área da paz e da economia.
O MPLA anunciou que pretende aprovar, ainda este ano, o Pacote Legislativo Autárquico, parado na Assembleia Nacional desde 2018. Mas, a oposição e sociedade civil não acreditam na nova promessa.
Angola decidiu adequar o plano de desminagem, dado o desmantelamento da USAID e a suspensão da ajuda norte-americana a algumas Organizações Não-Governamentais (ONG) que operam no país lusófono, disse hoje fonte oficial.
O MPLA, partido no poder em Angola, disse hoje que as eleições autárquicas constam da sua agenda política para 2025, e exortou o parlamento a concluir o pacote legislativo de suporte às primeiras autárquicas do país, ainda sem data.
João Lourenço assumiu, hoje em Adis Abeba, a presidência da União Africana, para um período de um ano, com foco nas questões de paz e resolução de conflitos.
A Proposta de Lei que Cria a Medalha Comemorativa Alusiva a Cinquentenário da Independência Nacional está a gerar polêmicas devido ao que alguns segmentos da sociedade civil consideram de “falha no reconhecimento histórico”.
Juristas angolanos defenderam hoje que "é urgente" uma revisão "profunda" da Constituição de Angola, considerando que o documento é o primeiro e principal obstáculo ao desenvolvimento socioeconómico sustentável e de um verdadeiro Estado democrático de direito.