A União Europeia (UE) afirmou hoje que o avanço do grupo rebelde Movimento 23 de Março (M23) no leste da República Democrática do Congo é uma violação "inaceitável" do cessar-fogo, agravando a situação humanitária "desastrosa".
Os casos de cólera em Angola dispararam nas últimas 24 horas, com 169 notificações e mais sete mortes, totalizando 952 casos e 42 óbitos desde o início do surto, agora cinco provincias, segundo dados oficiais.
Um empréstimo feito por Angola junto de um grupo de credores abrangidos por sanções internacionais está rodeado de mistério.
O novo secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, supervisionou a implementação da enxurrada de decretos do presidente Donald Trump referentes à nova política externa.
Em Angola “não existem detenções arbitrárias contra manifestantes” e “nenhum cidadão é punido ou detido por se manifestar”. A garantia foi dada pelo ministro da Justiça, Marcy Lopes, ouvido esta quinta-feira, 23 de Janeiro, no Grupo de Trabalho do Conselho dos Direitos Humanos das Nações Unidas, em Genebra.
Os EUA propuseram a expansão do Corredor do Lobito para a região em conflito como incentivo a um acordo de paz entre o Ruanda e a República Democrática do Congo (RDC), mas os ruandeses recusaram o plano de expansão.
O Presidente angolano anunciou hoje que, quando assumir a liderança da União Africana (UA), em fevereiro, vai intensificar a relação com todos os parceiros internacionais de África para contribuírem no vasto programa de construção de infraestruturas do continente.
O Ministério das Finanças de Angola garantiu hoje que "leva muito a sério as obrigações para com os seus investidores", em resposta a um artigo do Financial Times sobre a dívida do país, assegurando que esta é sustentável.
A plenária desta quarta-feira motivou uma troca de galhardetes entre o partido que governa Angola e o maior partido da oposição, com o MPLA a desafiar a UNITA a apresentar "os seus grandes feitos" desde a conquista da Independência Nacional, em 1975, e a UNITA a responder que a Independência "não deve ser confundida com os objectivos políticos de quem está no poder" nem a soberania do povo "com a autoridade do Estado".
O Governo angolano disse hoje que em Angola existe liberdade de expressão a todos os níveis, nos media tradicionais, rádios, cadeias de televisão, jornais ou sites e ninguém é preso por expressar a sua opinião livremente.