O Presidente do Ruanda criticou hoje a condução dos processos de Luanda e de Nairobi relativos ao conflito no leste da República Democrática do Congo (RDCongo), e disse que o Presidente sul-africano não se comporta como "mediador".
Desflorestação, queimadas, caça furtiva, conflito homem-animal e alterações climáticas são os principais desafios ao património natural em Angola, segundo o Presidente angolano, que defendeu mais apoios internacionais para travar a perda de biodiversidade.
O antigo secretário-geral da UNITA e general na reserva, Abílio Kamalata Numa, acusa "muitos políticos da oposição" de estarem a enriquecer à conta da política, naquilo que diz ser um grande negócio.
Félix Tshisekedi garantiu que "está em curso uma resposta vigorosa e coordenada contra terroristas" na cidade de Goma, admitindo "um agravamento sem precedentes da situação de segurança".
A UNITA acusa o governo angolano de fabricar um golpe de Estado para se perpetuar no poder. O partido rejeita as alegações sobre um grupo subversivo desmantelado antes da visita de Joe Biden a Angola.
A gigante petrolífera brasileira Petrobras "está atenta às oportunidades" em Angola, depois de ter retomado a sua atividade de exploração no continente africano, através de São Tomé e Príncipe, no ano passado, disse à Lusa a empresa.
O Presidente da República, João Lourenço, recebeu esta quarta-feira, em Luanda, o seu homólogo congolês, Félix Tshisekedi, para uma análise conjunta dos passos a dar no quadro do Processo de Luanda, depois da situação criada com a tomada de Goma por forças rebeldes.
Os Estados Unidos da América (EUA) ordenaram hoje a saída dos seus funcionários não essenciais da República Democrática do Congo (RDCongo), após ataques à sua embaixada, e outras, em Kinshasa, por manifestantes revoltados pelo conflito no leste do país.
O Presidente da África do Sul lamentou hoje a morte de 13 soldados sul-africanos que integravam a missão regional da África Austral no leste da República Democrática do Congo (RDCongo), onde recrudesceram os confrontos envolvendo os rebeldes do M23.
Angola gastou mais com subsídios aos combustíveis no segundo trimestre de 2024, um crescimento de 136,73%, que representou 340 mil milhões de kwanzas (326,4 milhões de euros) acima do que no período homólogo.