O Presidente de Angola apelou hoje aos órgãos de justiça a prosseguirem “com a mesma coerência” e mais empenho, o combate à corrupção, à impunidade e aos crimes económicos, apesar de ser um ano de eleições.
O presidente do Tribunal Supremo de Angola disse hoje, na província do Huambo, que o ano judicial de 2022 vai ficar marcado por uma maior audição dos “clamores e sugestões dos cidadãos”.
O Governo angolano considerou hoje que a violência contra as crianças no país “atingiu índices extremamente preocupantes”, com o registo de mais de 199.000 casos nos últimos dois anos, sendo que desse número 8.490 foram vítimas de violência sexual.
Os professores universitários angolanos anunciaram hoje que rejeitaram o aumento salarial "ínfimo" de 6%, proposto do Presidente da República, João Lourenço, visando travar a greve, que dura há três meses, por "não dignificar" a classe.
O académico e jurista angolano Fernando Macedo considera que o acto solene de abertura do Ano Judicial, marcado para esta terça-feira, 29, na província do Huambo, no qual marcarão presença o Presidente da República, o procurador-geral da República, o presidente do Tribunal Supremo, entre outras entidades da nomenclatura judiciária, nada mais será que “um hino à impunidade, ao enterro do Estado de direito e o espelho do regime autoritário implantado em Angola”.
Pelo menos 4.706 casos de abuso sexual contra crianças foram registados em Angola entre março de 2021 e março de 2022, com Luanda a registar o maior número, foi hoje anunciado.
A Igreja Universal do Reino de Deus em Angola (IURD) compromete-se a colaborar com as autoridades angolanas na sensibilização dos cidadãos para a participação massiva nas Eleições Gerais de Agosto deste ano.
O Presidente Biden não pôde exprimir melhor e de deixar mais claro o que está em jogo no conflito (bélico) que arrebentou na Europa. Quando quase todo mundo se preparava para suspirar de alívio de uma outra guerra que nos opôs à um inimigo invisível que (na noção coletiva) foi capaz de condicionar as nossas vidas nos últimos dois anos, deflagrou a guerra da pólvora à sério.
Uso excessivo de força pelas autoridades policiais, ameaças à liberdade de imprensa e impacto da seca em Angola, com consequente aumento da fome, são as principais preocupações que a Amnistia Internacional identifica no seu relatório anual sobre direitos humanos.
A recente fuga para as redes sociais de um alegado acórdão do Tribunal Constitucional (TC), que anula o XIII congresso que elegeu Adalberto Costa Júnior, como presidente da UNITA, está a ser interpretado por fazedores de opinião angolanos como mais um elemento que vai aumentar descrédito latente naquela instância judicial.