A presidente do Tribunal de Contas (TC) angolano disse hoje que persiste no país a “mentalidade ainda dominante de impunidade”, resultante da "lentidão do sistema judicial na execução das decisões” e é missão do órgão transformar essa mentalidade.
A Frente para a Libertação do Estado de Cabinda - Forças Armadas de Cabinda (FLEC-FAC) avisou hoje o Governo angolano de que “desestabilizará as eleições presidenciais de agosto”, classificando como “uma provocação” a sua realização no território de Cabinda.
Mais de cinco mil camponeses “desalojados à força” das suas terras na região da Quiminha, arredores de Luanda, exigem do Governo o retorno às suas lavras e a responsabilização dos actores da agressão ao seu responsável que, como resultado, terá perdido a visão.
Tem início hoje, a partir das 20 horas e 45 minutos de Angola, o julgamento de 22 dos 26 presos políticos detidos durante manifestação, no último sábado, dia 09 de Abril, em Luanda.
O ministro angolano dos Recursos Minerai, Petróleos e Gás disse hoje que o executivo adotou medidas para minimizar o efeito das sanções sobre a gigante da mineração russa, Alrosa, que participa nos principais projetos diamantíferos em Angola.
A Frente para a Libertação do Estado de Cabinda - Forças Armadas de Cabinda (FLEC-FAC) anunciou hoje a morte de 16 pessoas, nomeadamente 12 soldados das Forças Armadas Angolanas (FAA) e quatro civis, durante “violentos combates” na manhã de hoje.
Mais de 20 ativistas angolanos estão a ser julgados sumariamente hoje, no Tribunal da Comarca de Luanda, após serem detidos no sábado, em Luanda, por tentativa de “manifestação não autorizada” pelas autoridades, disse hoje a polícia angolana.
A entrega das ossadas das vítimas do 27 de Maio aos familiares foi mais uma entronização de mentiras, a somar a tantas outras já montadas pelo regime do MPLA.
Pelo menos 100 metros de cabos de fibra ótica da empresa de telecomunicações Africell foram vandalizados no fim de semana em Luanda, período em que a operadora terá registado “quebras no seu sinal”, anunciou hoje a polícia angolana.
Nem o Direito, como um conjunto de normas que regulam sociedades política e socialmente organizadas, naquele sentido expresso no brocardo latino “ubi societas ibi jus” ou no seu inverso “ubi jus ibi societas”, nem a Justiça, no seu sentido institucional, têm um valor em si. Senão que, como todas as instituições humanas, existem como funções da realização dos mais genuínos interesses da paz e do progresso humanos.