Os dois maiores partidos, MPLA e UNITA, dominam as principais artérias da cidade de Luanda com publicidade eleitoral, "afogando" as pequenas forças políticas que se queixam de receberem sempre tarde as verbas para aquisição do material de campanha quando há eleições.
A companhia aérea angolana TAAG assinou hoje um acordo de 200 milhões de dólares (191 milhões de euros) anuais com a China Lucky Aviation para transporte de carga a partir de Changsa, na China, para África e América do Sul.
Angola ultrapassou a Nigéria como o maior produtor de petróleo na África subsaariana em maio, de acordo com os dados da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), ao bombear 1,1 milhões de barris por dia.
A UNITA considera um "golpe baixo" as notícias que puseram em causa a licenciatura do seu líder Adalberto Costa Júnior. Um "não-assunto" para "distrair sobre grandes questões", diz o maior partido da oposição angolana.
O exército da República Democrática do Congo (RDCongo) acusou o Ruanda de invasão após o grupo rebelde Movimento 23 de Março (M23) ter tomado na segunda-feira o controlo da localidade de Bunagana, perto da fronteira com o Uganda.
O político angolano Abel Chivukuvuku confirmou hoje à Lusa ter voado a partir de Cabinda para Luanda sem talão de embarque, questionando haver lugares vazios no avião e sugerindo uma tentativa de o reter naquela província.
O porta-voz e secretário para a Informação do Bureau Político do MPLA, Rui Falcão, negou enfaticamente existirem ordens do partido governamental aos orgãos de informação estatais sobre como fazer a cobertura noticiosa de assuntos políticos em Angola.
O secretário de Estado para a Aviação Civil disse hoje, em Luanda, que Angola espera obter a certificação do novo Aeroporto Internacional de Luanda Dr. António Agostinho Neto, que recebe sexta-feira o primeiro voo experimental, no próximo ano.
O julgamento do caso Lussati, que envolve militares ligados à Casa de Segurança do Presidente angolano, um megaprocesso com 49 réus e 200 testemunhas inicia-se no dia 28 de junho, disse à Lusa o advogado do principal arguido.
Fazedores de opinião angolanos não dão razão ao Presidente da República quando diz que o país "tem uma boa comunicação social" de que "muito se orgulha".