Três semanas após a legalização do PRA-JA e a investidura de Abel Chivukuvuku no cargo de conselheiro do PR, o assunto continua a ‘mexer’ e a gerar projecções em torno do futuro da Frente Patriótica Unida (FPU). Embora seja cedo para se projectarem cenários eleitorais de como as ‘peças’ serão expostas no tabuleiro em 2027, é dado quase adquirido que a FPU terá pela frente um difícil teste de coesão política.
O presidente da FNLA, Nimi a Nsimbi, manifestou a sua posição sobre a composição da Comissão Nacional Eleitoral (CNE), destacando a importância do respeito às disposições legais na representatividade dos partidos políticos com assento parlamentar.
O politólogo Luís Jimbo disse hoje que a Comissão Nacional Eleitoral de Angola precisa de se libertar dos partidos políticos e tornar-se num órgão verdadeiramente independente, contribuindo para diminuir as suspeições sobre os processos eleitorais.