A UNITA classificou o julgamento e a condenação de 17 jovens ativistas a prisão efetiva como "uma farsa do executivo angolano para coartar liberdades e intimidar a população".
O antigo primeiro-ministro angolano Marcolino Moco manifestou-se hoje "muito triste" após saber que 17 ativistas angolanos foram condenados por atos preparatórios para uma rebelião e apelou à reflexão em Portugal sobre as relações bilaterais.
O programa da UNITA não revela clareza e promove a instigação à desobediência às instituições do Estado legalmente constituídas, afirmou no município do Andulo, província do Bié, Paulino Francisco, um antigo militante do maior partido na oposição.