O Governo angolano assumiu hoje o compromisso em "garantir os direitos humanos e as liberdades fundamentais", ao recordar os 14 anos sobre o fim da guerra civil, mas quando as condenações de ativistas têm sido criticadas internacionalmente.
A UNITA defendeu hoje a criação de um Fórum Nacional para o Aprofundamento e Consolidação da Paz e Reconciliação Nacional, recordando que 14 anos depois do fim do conflito armado, Angola ainda está em guerra, em Cabinda.
O Jornal de Angola volta hoje a criticar Portugal, em editorial, acusando "cumplicidade criminosa" de alguns "setores" na guerra civil que terminou há 14 anos e a atual "incompreensão absurda" portuguesa e europeia.