O ministro dos Petróleos angolano assumiu hoje a sua ligação a uma empresa na lista comprometedora divulgada na fuga de informação envolvendo a firma de advogados panamiana Mossack Fonseca, mas garante que aquela não chegou a exercer atividade.
A União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), maior partido da oposição angolana, disse hoje que o pedido de ajuda ao Fundo Monetário Internacional (FMI) "reflete desespero" do Governo.