A subcomissão de candidaturas à presidência do MPLA, partido no poder desde 1975, ainda não recebeu nenhum processo, mas, segundo apurou o Novo Jornal, há vários membros da direcção interessados em entrar na corrida.
Em entrevista à Renascença, Isaías Samakuva considera que os laços históricos entre os dois países são “mais importantes do que interesses de determinado grupo”.