A decisão foi tomada pela sua Comissão Política a 21 de Abril, presidida pelo seu presidente, Alexandre Sebastião André, publicada ontem em nota enviada a OPAÍS.
UNITA retoma projeto previsto em lei desde 1996. Repressão e falta de incentivos a organizações da sociedade civil são principais entraves no combate à corrupção. Mãos Livres defende independência do órgão.
Em causa, estão supostas irregularidades na tramitação das listas de candidatos provenientes das bases, assunto que OPAÍS deu à estampa, em primeira mão, na sua edição de Terça-feira.