Terça, 10 de Fevereiro de 2026
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O ministro da Justiça e dos Direitos Humanos de Angola não quer o uso das expressões "alegadas vítimas ou o 27 de maio na perspetiva das vítimas" para evitar polémicas à volta do processo de perdão e reconciliação dos angolanos.

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Nesta entrevista por e-mail, a primeira após deixar a chefia da UNITA, Isaías Samakuva diz que não parou de pensar o país e vai voltar ao Parlamento para se fazer ouvir. Diz que vê "um país dividido entre os oligarcas que delapidaram os recursos nacionais" e o povo empobrecido que exige "um novo começo".

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