O Presidente da UNITA garantiu que o "pacto de transição" que vai propor visa somente garantir a estabilidade no país durante a inevitável alternância no âmbito das eleições de 2027, mas adverte que não haverá quaisquer privilégios para os actuais governantes.
Angola propôs, esta quarta-feira, um novo cessar-fogo entre o Governo da República Democrática do Congo (RDC) e o movimento M23, a vigorar a partir das 12h00 horas do dia 18 deste mês.
O líder da UNITA, maior partido da oposição angolana, destacou hoje como exemplos a tirar por Angola das eleições portuguesas os múltiplos debates entre candidatos, “com uma pluralidade absoluta” e num ambiente “completamente democrático”.