O lixo, representa hoje, na era moderna, uma das grandes fontes para geração de riqueza, nos países, governados por líderes tecnocratas, ou pensantes.
Cada dia que passa traz luz sobre a evolução do processo democrático em Angola. Não é suficiente ler a literatura sobre a democracia ou ter estudado ciência política.
Caminha de mau para pior de braços dados com a sua ainda mais encardida TPA. Em termos gerais o MPLA retrocedeu o que já era de se esperar, pois com aquela qualidade de dirigentes que tem.
A derrota de JLO começa com a divisão. Especialmente com a divisão interna do MPLA, a oposição de ódios entre os camaradas.
Existe um modelo angolano de reconciliação, caraterizado pelo princípio sagrado de que todos, vítimas e torcionários, devem ser homenageados.
Impressionante como o MPLA em fração de segundos conseguiu juntar tanto lixo à sua volta e dentro dele. Com mais estes dois vagabundos que se oferecem voluntariamente para apanharem no cú já que o MPLA por regra paga bem.
A proposta de revisão constitucional, procede à “reconstitucionalização” das nacionalizações e confiscos, figuras previstas fundamentalmente nas Leis 3/76 e 43/76, que como se sabe, enquadraram-se na política económica de resistência pós-independência (nunca estiveram previstas “substantivamente” nas LCs, mas representavam verdadeira constituição material dessa época).
A administração central do MIREX tem mostrado falta de liderança e de capacidade organizativa ao ponto de não conseguir pôr ordens nas nossas próprias Embaixadas, motivo pelo qual os Embaixadores angolanos fazem o que bem querem e como querem, e ninguém lhes diz se estão certos ou errados, e os seus actos anti-diplomáticos mancham cada vez mais a imagem do nosso Estado no exterior.