No passado dia 6 de Maio, o nosso colega e conhecido Professor Dr. Raul Araújo, líder do Centro de Estudos do Direito Público da Universidade Agostinho Neto, fez, muito pertinentemente, questão de nos rememorar os 30 anos de Multipartidarismo, em Angola, escolhendo para esse dia a proclamação da Associação de Investigação e Promoção do Direito Constitucional de Angola, que ele próprio encabeça e, a seguir, promoveu um debate que moderou, Online, sob o lema “30 anos de Multipartidarismo e de Estado Democrático e de Direito em Angola – retrospectiva e balanço.”
Quando o José Eduardo dos Santos quis optar pela bicefalia alguns não entenderam a mensagem que ele pretendia transmitir aos angolanos.
Sinto as pessoas quase que em estado de choque perante a forma como os adversários políticos são tratados no nosso país.
Aqueles que não querem que a democracia se consolide no nosso país, tiveram uma semana cheia de trabalho.
Eis a resposta possível, como me reportei, com algumas modificações, ao meu amigo Ardaia Chinduma, que mo perguntou, a propósito do meu post anterior.
Um traço comum entre as seitas é o uso da comunicação social como ferramentas de expansão e evangelização. A estratégia passa por ocupar espaços de antena em rádios e televisões locais, ou mesmo em deter a propriedade de canais de TV de sinal aberto ou pré-pago para “vender” os seus sermões, curas milagrosas e exorcismos.
O combate à corrupção foi estabelecido como um objetivo principal no início do mandato presidencial de João Lourenço. O que se procura saber nesta análise é se este combate passou da retórica para a prática e hoje o ambiente de negócios já não estará tão afetado pela corrupção. Este texto procura averiguar se existe ou não combate à corrupção em Angola.
Até porque quem joga o xadrez usa o cérebro e não o dedo no gatilho nem no veneno. Para quem joga xadrez o vosso presidente da república me parece um caso raro.