O investigador Luís Bernardino considera que uma Cabinda desligada de Angola seria rapidamente absorvida por outros países da região, defendendo soluções que passem por um referendo e uma mudança de postura de independentistas e do Governo angolano.
O presidente da Frente para a Libertação do Enclave de Cabinda - Forças Armadas Cabindesas (FLEC-FAC) diz que a guerrilha independentista controla todo o território fora das zonas urbanas e acusa o governo angolano de falta de diálogo.
O líder da UNITA considera que qualquer solução para a estabilidade na província de Cabinda deve ser negociada e não imposta, incluindo uma proposta de autonomia “equilibrada”, que defendeu como solução ideal.
O Presidente de Angola, João Lourenço, defendeu hoje em Adis Abeba que não pode haver tolerância com regimes saídos de golpes de Estado ou “mudanças inconstitucionais” em África.