Antes de discutir quem sucederá a João Lourenço, impõe-se uma pergunta mais incómoda: que país deixará o presidente no fim do seu segundo e último mandato?
A Unidade de Gestão da Dívida Pública divulgou no site do Ministério das Finanças a informação segundo a qual Angola regressou, esta terça-feira, 24 de março, aos mercados financeiros internacionais, com uma emissão de 2,5 mil milhões de dólares.
A Polícia Nacional de Angola manifestou “bastante preocupação” após tomar conhecimento de alegadas irregularidades ocorridas durante um acto político de massas realizado a 29 de Março, no Estádio Hoji Ya Henda, na cidade do Sumbe, província do Cuanza Sul.
O empresário Henrique Miguel, conhecido publicamente como Riquinho, rejeitou quaisquer acusações de burla no âmbito do processo de aquisição e distribuição de viaturas para o sector dos táxis, assegurando ter cumprido integralmente a sua parte na fase inicial do projecto.
Os Estados Unidos (EUA) defenderam hoje que a situação no Estreito de Ormuz está a melhorar e que, em breve, “retomarão o controlo” desta via marítima estratégica para que os navios petroleiros possam circular pela rota sem restrições.
Mais de 300 pessoas vão ser libertadas em Angola a partir de terça-feira, por iniciativa do Presidente que concedeu um indulto para celebrar o próximo feriado de 4 de Abril, Dia da Paz e da Reconciliação Nacional.
Líderes associativos e importadores de fertilizantes em Angola estão apreensivos com o impacto da subida de preços desta matéria-prima nos mercados internacionais, perspetivando um aumento das dificuldades dos produtores que estão dependentes de importação.
O Caminho de Ferro de Luanda (CFL) anunciou um aumento no preço dos bilhetes dos comboios suburbanos interestações, com entrada em vigor a 1 de Maio de 2026. A actualização afecta os principais troços da rede, nomeadamente Bungo/Viana e Viana/Bungo, cujo valor passará de 200 para 300 kwanzas.
A estatal russa Rosatom anunciou planos para iniciar a exploração de urânio na Namíbia a partir de 2029, num movimento que reforça a presença de Moscovo no sector energético africano.
A Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA), um dos pilares históricos da luta de libertação nacional, enfrenta hoje um dos momentos mais delicados da sua existência política. Entre o peso do seu passado e as exigências do presente, o partido vê-se confrontado com uma realidade incontornável: ou se renova, ou arrisca-se a cair na irrelevância.