Os Estados Unidos (EUA) defenderam hoje que a situação no Estreito de Ormuz está a melhorar e que, em breve, “retomarão o controlo” desta via marítima estratégica para que os navios petroleiros possam circular pela rota sem restrições.
Mais de 300 pessoas vão ser libertadas em Angola a partir de terça-feira, por iniciativa do Presidente que concedeu um indulto para celebrar o próximo feriado de 4 de Abril, Dia da Paz e da Reconciliação Nacional.
Líderes associativos e importadores de fertilizantes em Angola estão apreensivos com o impacto da subida de preços desta matéria-prima nos mercados internacionais, perspetivando um aumento das dificuldades dos produtores que estão dependentes de importação.
O Caminho de Ferro de Luanda (CFL) anunciou um aumento no preço dos bilhetes dos comboios suburbanos interestações, com entrada em vigor a 1 de Maio de 2026. A actualização afecta os principais troços da rede, nomeadamente Bungo/Viana e Viana/Bungo, cujo valor passará de 200 para 300 kwanzas.
A estatal russa Rosatom anunciou planos para iniciar a exploração de urânio na Namíbia a partir de 2029, num movimento que reforça a presença de Moscovo no sector energético africano.
A Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA), um dos pilares históricos da luta de libertação nacional, enfrenta hoje um dos momentos mais delicados da sua existência política. Entre o peso do seu passado e as exigências do presente, o partido vê-se confrontado com uma realidade incontornável: ou se renova, ou arrisca-se a cair na irrelevância.
Centenas de militantes e simpatizantes da UNITA marcharam hoje em Luanda, numa iniciativa alusiva ao 60.º aniversário do maior partido da oposição angolana, que reafirmou a sua ambição de conquistar o poder nas próximas eleições. No mesmo contexto, o Governo Provincial de Luanda suspendeu a circulação de autocarros públicos durante a realização da actividade.
A polícia angolana impediu hoje a realização de uma marcha pela libertação de ativistas em Luanda e deteve dois manifestantes, segundo um dos organizadores do protesto.
O Presidente da República de Angola afirmou hoje que as motivações do colonialismo no passado são as mesmas que levam hoje qualquer superpotência a fazer intervenções militares, como aconteceu no Iraque e agora no Irão.
Numa altura em que Angola se aproxima de mais um ciclo eleitoral decisivo, o líder do PRA-JA Servir Angola, Abel Chivukuvuku, defendeu, em entrevista à TV Zimbo, a necessidade de uma rutura com o modelo de governação vigente desde a independência, apontando para 2027 como um momento de viragem política no país.