Lisboa – Tudo aponta para que 2015 será um ano quente em Cabinda. A guerrilha pretende revitalizar a sua capacidade operativa e a sociedade civil está com uma nova dinâmica.
O Presidente da República, José Eduardo dos Santos, enviou hoje à Assembleia Nacional uma mensagem sobre a proposta de revisão do Orçamento Geral do Estado de 2015, tendo em conta o impacto significativo na economia nacional da queda da cotação do petróleo no mercado internacional, que afectou, de forma generalizada, os principais países produtores.
A Assembleia Nacional apreciou e aprovou nesta quarta-feira, na Generalidade, a Proposta de Lei de Revisão do Orçamento Geral do Estado (OGE 2015), que comporta receitas estimadas em 5,4 triliões de kwanzas, contra os 7,2 inicialmente previstos.
O Presidente angolano garantiu hoje ao parlamento que o Orçamento Geral do Estado (OGE) de 2015, agora revisto, terá uma "execução cautelosa", mas admite que uma "evolução positiva" na cotação internacional do petróleo permitirá aumentar os investimentos públicos.
A petrolífera angolana Sonangol vai pagar um prémio a todos os trabalhadores da empresa, equivalente a meio salário-base, para assinalar os 39 anos de atividade, ao mesmo tempo que tem em curso de programa de austeridade interna.
Um único bloco de produção de petróleo, entre dez concessões avaliadas, representou 37,4 por cento das receitas fiscais petrolíferas angolanas em janeiro, segundo dados de um relatório do Ministério das Finanças compilados hoje pela Lusa.
A produção de petróleo em Angola diminuiu 2,6 por cento em 2014, face ao ano anterior, para 1,671 milhões de barris por dia, e os lucros líquidos da Sonangol caíram 77%, para 710 milhões de dólares.
Sonae diz que vai encetar “todas as medidas legais possíveis” contra os dois quadros de topo que têm "informações internas relevantes” sobre o projecto de lançar o Continente em Angola
A Amnistia Internacional (AI) denunciou os despejos forçados, a repressão aos direitos de liberdade de expressão e manifestação, os homicídios e o desaparecimento de pessoas em Angola no relatório anual, hoje divulgado.
O Orçamento do Estado angolano, revisto devido à quebra da cotação do petróleo no mercado internacional é hoje votado na Assembleia Nacional, e implicará um corte de um terço nas despesas totais.