O embaixador angolano na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), Luís de Almeida, acusou hoje a imprensa portuguesa de "alarmismo" em relação à crise do petróleo em Angola, e apelou para se evitar que haja "retornados económicos".
Maria Luísa Perdigão Abrantes está a ser alvo de críticas por não ter cumprimentado a primeira-dama propositamente.
As Tarefas Essenciais para a Preparação e Realização das Eleições Gerais e Autárquicas foram apreciadas pelo Bureau Político (BP) do Comité Central (CC) do MPLA, documento a ser submetido à Assembleia Nacional, pelo Grupo Parlamentar do partido.
Quem ao fim de 40 anos não consegue dar BI aos cidadãos é incompetente para governar, diz líder parlamentar da coligação.
Vai ser criada uma comissão para regular os preços dos produtos farmacêuticos, decisão tomada depois de se perceber que o país tem os preços mais altos de medicamentos na região da África Austral.
A nova taxa vai incidir sobre transferências de dinheiro para o estrangeiro. Muitos portugueses vão ter ainda mais dificuldades em enviar dinheiro para Portugal. Na prática, os salários líquidos acabarão por sofrer um corte.
Depois do secretário provincial da maior força política no nosso país, Domingos Oliveira, ter denunciados a ocorrência de intolerância política no município do Luremo, provincia da Lunda-Norte, que resultou no ferimento de 20 membros desta formação política, dos quais três gravemente feridos e na destruição total da Viatura do seu Secretário provincial, o partido voltou a queixar de mais um acto violento perpetrado pela polícia nacional naquela província.
Angola e Alemanha reforçam cada vez mais a cooperação militar. Para o especialista Ramos Buta, essa parceria deveria abranger outras áreas. "Não faz sentido adquirir barcos sofisticados quando há gente a morrer de fome.
A União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), maior partido da oposição, quer ver esclarecido o destino dado pelo Governo angolano ao fundo do petróleo e considera que o novo Orçamento empobrece o país.
Até há poucos meses, boa parte do que se lia e ouvia sobre Angola dizia respeito a negócios suspeitos mwangolês em Portugal. Muitas das supostas acusações mudavam de figura se os intervenientes em negócios similares fossem chineses, russos ou colombianos, já para não falar dos árabes, esses regimes exemplares aos olhos dos mesmos críticos...