O presidente da UNITA considerou quinta-feira, em Luanda, o ano 2016 como dos mais difíceis e dramáticos para a maioria das famílias angolanas, devido à crise económica e social derivada da baixa do preço do petróleo no mercado internacional.
A reunião familiar à volta de uma mesa recheada onde o peru, o porco assado e as batatas cozidas com bacalhau são indispensáveis é um ritual seguido a preceito pelas famílias na capital angolana na ceia de Natal, apesar das dificuldades.
Apesar de os feriados de Natal e Ano Novo calharem a um domingo, os mesmos não serão transferidos para as segundas-feiras seguintes, esclareceu hoje o Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social (MAPTSS).
O músico Bonga considera que o anunciado afastamento do Presidente angolano “vai ser um vira o disco e toca o mesmo”, numa altura em que “a música não é boa” e a pobreza aumenta “muito complicadamente”.
Fontes sediadas na Cidade Alta/Futungo de Belas, de cujo o seu nome costumamos ter o habito de esconder a sete chaves, nos disseram aqui em Miami, Sul da Florida, que o ditador Jose Eduardo dos Santos de Angola, de cujo o estado de saúde parece cada vez terminal, Santos estaria ser submetido a uma invisual pressão, de alguns dos seus generais mais direitos colaboradores, que insistem na ideia segundo a qual, o chefe do Clã da situação em Angola, não deve partir, uma vez que tais generais segundo as nossas fontes, não estariam interessados em passar por humilhação, de terem também que juntar as suas coisas e partir com o ditador, alegadamente para a Cidade do Cabo/África do Sul e muito menos deixarem o poder a favor do General João Lourenço/Bornito de Sousa, a menos que seja por cima dos seus cadáveres.
Por Orlando Fonseca - Miami/Sul da Florida-USA
José Eduardo dos Santos continua adormecido a tempo demais na zona obscura da sua debilitada psiquê humana. Ao todo somam 37 longos torturantes anos inviáveis, que acrescidos aos intolerantes 40 ininterruptos anos de poder totalitário do MPLA, percebe-se o quanto esses anos de governação nociva transformaram a vida dos angolanos numa infernal tortura incandescente.
Por Raúl Diniz
O preço para comprar um dólar nas ruas de Luanda desceu ligeiramente na última semana e já leva dois meses praticamente sem flutuações, mantendo-se à volta dos 490 kwanzas (2,83 euros).
O presidente da Comissão Nacional Eleitoral (CNE) recomendou hoje ao Ministério da Administração do Território de Angola que proceda ao registo de cidadãos angolanos, que se encontram em trânsito no país.
O Ministério das Finanças de Angola garantiu hoje que os salários dos funcionários públicos vão ser pagos na totalidade até ao final deste mês, bem como a última prestação do 13.º.
O ministro do Interior reprovou ontem, em Luanda, a forma como se tem processado o ingresso de cidadãos na instituição, salientando que o procedimento tem provocado alguns constrangimentos e indisciplina.