O inocente, novo futuro ditador Angolano, João Manuel Gonçalves Lourenço, (JLo) caso seja instalado na Cidade Alta em Luanda, se transformara provavelmente no outro Nicolas Maduro, que desta vez em lugar de ser venezuelano, será angolano.
Por Orlando Fonseca
Três empresas fornecedoras de material e equipamento às empresas públicas do sector eléctrico despedem pessoal e arriscam a falência, depois de substituídas por companhia portuguesa adquirida pela filha de José Eduardo dos Santos
O director do Gabinete dos Partidos Políticos do Tribunal Constitucional realçou ontem o carácter definitivo das decisões proferidas por este órgão sobre os pedidos de impugnação dos resultados eleitorais requeridos pelos partidos UNITA, PRS, FNLA e a coligação CASA-CE.
As dores crónicas de que sofre obrigam a cantora a afastar-se dos palcos durante tempo indeterminado. Lady Gaga anunciou uma pausa na sua carreira durante o Festival de Cinema de Toronto, no Canadá.
O pleito eleitoral de 23 de Agosto 2017 acabou na lógica de “tudo muda sem nada mudar”, com um toque de mágica em dom maior, protagonizado, no dia 6 de Setembro, por Silva Neto, presidente da CNE (Comissão Nacional Eleitoral) de quem se esperava maior lisura, honestidade e sinceridade intelectual, ao invés de elucubrações jurídicas. O público em geral e nós, os angolanos, em particular, esperavam higiene mental e, desde logo, o reconhecimento da falta de consenso entre os membros da CNE, por divergências interpretativas quanto à metodologia do apuramento dos resultados eleitorais.
Por William Tonet
Mas oxalá que os angolanos não estejam esperando, ver os partidos da oposição política á aceitarem a fraude eleitoral
Em situações como estas num país onde muita coisa perversa e anormal quase já são encaradas como normais ao ponto que se tornaram numa rotina, desconfiar é sempre melhor e mais seguro do que confiar.
Por Fernando Vumby
Consequências jurídico-constitucionais, da não tomada de posse dos deputados dos Partidos da Oposição
Nos termos do numero 1 artigo 141º da Lei Constitucional: “o mandato dos deputados inicia com a tomada de posse e a realização da primeira reunião constitutiva da Assembleia Nacional, após as eleições e cessa com a primeira reunião após as eleições subsequentes, sem prejuízo de suspensão ou de cessação individual”.
Quando falo de eleições livres e justas, já todos sabem a que me refiro. Não é necessário ser um jurisconsulto, pode – se muito bem expressar – se a clarividência eleitoral ocorrida ao 23 de Agosto através da seriedade com que o processo levado à cabo pela CNE teve, não obstante, observadores advindos do outro lado do oceano elevaram – se em aplausos evidenciando um acto exclusivo não visto ainda em nenhuma paragem de África e até então pelo mundo fora.
Os partidos UNITA, PRS e FNLA entregaram hoje no Tribunal Constitucional de Angola pedidos individuais de impugnação dos resultados das eleições gerais de 23 de agosto, das quais foi vencedor o MPLA, com 61,07% dos votos.
A 21 de Setembro teremos um novo presidente, depois de 38 anos de José Eduardo dos Santos. A Comissão Nacional Eleitoral, sem o apuramento legal dos votos em 15 das 18 províncias, já certificou João Lourenço como presidente-eleito. O MPLA vai continuar a governar, mantendo-se 47 anos no poder. Quem acha que a lei tem algum valor quando estão em jogo os interesses dos mandantes do MPLA, desengane-se.
Por Rafael Marques de Morais