O Serviço de Investigação Criminal (SIC) desmantelou, nesta quinta-feira, no município de Viana, em Luanda, uma rede de cidadãos de nacionalidade chinesa que se dedicava a falsificação de moeda nacional.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) reviu a previsão de crescimento da economia de Angola, antecipando agora uma contração, este ano, de 1,1%, e um crescimento de 1,2% em 2020, menos de metade do previsto.
A pauta aduaneira angolana revista, que entra em vigor em 29 de dezembro, alarga as isenções dos produtos para fins humanitários e elimina a taxa de 5% cobrada na exportação de minério em bruto.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) elogiou os "passos decididos" do Banco Nacional de Angola para melhorar a flexibilidade da taxa de câmbio e alinhá-la com o mercado, considerando que esta é uma "mudança de paradigma".
Funcionários do Tribunal de Contas de Angola foram subornados com mais de dois milhões de dólares pela empresa espanhola Mercasa, disse o jornal espanhol OKDiario citando as investigações oficiais.
Numa das edições anteriores tratamos da modernização da administração pública angolana e deixamos algumas recomendações visando a melhoria da qualidade dos serviços públicos. Desta feita, a pedido de alguns estudantes do curso de mestrado residentes no país e no exterior, vamos aprofundar o tema procurando caracterizar o modelo de gestão pública reinante em Angola e os seus desafios.
Angola gasta anualmente 9,6 mil milhões de kwanzas (20 milhões de dólares) com subsídios para 40.075 autoridades tradicionais, admitiu o governo, que está a avançar com uma nova legislação que deverá "expurgar" os sobas "fantasmas".
O Fundo Monetário Internacional reviu a previsão de evolução de dívida pública em Angola, estimando agora um rácio de 111% face ao PIB, que deverá descer para cerca de 70% até final do programa de ajustamento, em 2024.
O título escolhido pelo jornal “O País”, “Moco defende perdão para os crimes cometidos na antiga governação” para epigrafar a matéria do que disse há dias em Benguela, por solicitação de alguns jornalistas, tem suscitado comentários que me impõe alguns esclarecimentos.
Os 19 jovens acusados de "arruaça" no centro da cidade do Huambo e agressões às forças da ordem, no passado dia 20, foram colocados em liberdade, sob o termo de identidade e residência, depois de ouvidos pelo Ministério Público, que alterou a medida de coação deste grupo de indivíduos licenciados e desmobilizados das Forças Armadas Angolanas (FAA).