O jornalista e investigador angolano Rafael Marques negou estar envolvido nas investigações do jornal britânico The Guardian que deverá publicar em breve uma investigação à corrupção da famílias dos Santos em Angola.
Só os absolutamente desumanos, quiçá, cegos por opção, ou desprovidos de qualquer sorte de análise, dirão ou afirmarão não existir perseguição, caça – as – bruxas ou qualquer forma de humilhação à José Eduardo dos Santos e sua clã.
Nos Estados democráticos, as mudanças de poder político, endógenas ou exógenas, acabam sempre por serem acompanhadas de correcções e um novo “modus operandi” do poder político que, não raras vezes, divide as sociedades entre os que abraçam a nova realidade e os que ficam retidos no passado.
Tribunal em Angola decreta o arresto dos principais ativos da filha de José Eduardo dos Santos, do marido Sindika Dokolo e do gestor português Mário da Silva. Autoridades angolanas dizem que Isabel dos Santos está a tirar a sua fortuna do país e por isso decidiram congelar o património do casal. Conta em Portugal é titulada pelo general Dino e foi congelada.
A empresária angolana Isabel dos Santos, que viu decretado o arresto de nove empresas em que tem participações sociais e de contas bancárias, apelou esta segunda-feira à "tranquilidade e confiança" das suas equipas de trabalho.
O Tribunal Providencial de Luanda decidiu o arresto de uma série de empresas em nome de Isabel dos Santos, Sindika e Mário Leite Silva. Já há resposta de Isabel dos Santos no Twitter.
Até que enfim há quem percebeu e diz a pura verdade: Mas curioso, ainda assim se deixam embrulhar, esfarrapar e humilhar todas as vezes?
O Presidente da República, João Lourenço, deixou, na tarde desta segunda-feira, a cidade de Luanda para um período de gozo de férias, de alguns dias, informa em nota a Casa Civil.
O ministro do Comércio de Angola disse hoje, em Luanda, que continua à espera que a rede de mais de uma centena de lojas públicas, denominadas "Poupalá" e inativas há vários anos, passem a património do Estado.
O Tribunal Constitucional de Angola foi acusado por elementos da uma das facções da FNLA de proteger o contestado presidente e deputado do partido Lucas Ngonda.