O comentador da SIC defende que o arresto de bens da empresária angolana “ajuda imenso o regime, porque desvia as atenções, dá popularidade internamente e dá credibilidade lá fora”.
O Presidente angolano, João Lourenço, assegurou hoje ao seu homólogo da República Democrática do Congo (RD Congo) que o executivo não interfere na justiça, num encontro onde foram analisadas as consequências do arresto de bens de Isabel dos Santos.
O antigo secretário-geral do MPLA, Julião Mateus Paulo “Dino Matross” que tem sido mencionado em vários órgãos de comunicação social como estando a participar nas venda ilegais de terrenos dos camponeses na zona do Lar Patriota, em conluio com responsáveis da “Cooperativa Lar Patriota”, desmentiu a informação e acusou os dirigentes da a Associação “Ana Ndengue” e do “Bairro Honga”, naquela zona de “difamadores”: “As pessoas que me conhecem sabem que não sou e nunca fui bandido nem educado para estas situações” responde o político angolano.
Advogado angolano estranha que tenha sido o Estado a pedir o arresto e acusa o MP de populismo. O processo judicial é um passo “radical” na luta entre facções do poder em Angola. Há quem ache que vem aí uma guerra sem quartel, mas há também quem diga que nada vai acontecer e “ninguém verterá uma lágrima” por Isabel dos Santos?
Um morto e 208 casas inundadas é o balanço da chuva que caiu sábado em Luanda que também desalojou 250 famílias, segundo dados avançados neste domingo pelo Secretariado Executivo da Comissão Provincial de Protecção Civil.
Isabel dos Santos acredita que as autoridades portuguesas darem início a uma operação de arresto de bens a pedido de Luanda "não parece ser um cenário viável" e assegura que os investimentos que fez "são em empresas portuguesas com pouca ou nenhuma ligação a empresas angolanas".
A empresária angolana Isabel dos Santos negou hoje as informações publicado pelo Jornal português Expresso que vai revelar movimentos financeiros comprometedores que terão servido de suporte à campanha que conduziu à vitória de João Lourenço, em 2017.
A Casa de Segurança do Presidente da República esclareceu, hoje, que o Hospital Pedro Maria Tonha "Pedalé" deverá prestar assistência médica a todos os angolanos necessitados, não sendo, por isso, exclusivo para os principais dirigentes do Estado.
Não tenhamos ilusões de que vivemos num verdadeiro inferno. O sofrimento que o povo angolano vive em Angola, assemelha – se a um inferno à céu aberto. Enquanto isso, JLO aprovou o projecto de construção do “Bairro dos Ministérios”, aprovou o projecto de construção de um “Hospital” só para cuidar da sua saúde, comprou material de guerra de variada dimensão, como gastos avultados de dinheiro, etc..etc...