Não há, para já, planos para que o processo abranja participações da empresária em Portugal, mas a Procuradoria-Geral da República está disponível para o pedir, caso considere que há necessidade.
O Banco de Poupança e Crédito (BPC) anunciou estar a organizar processos para recuperação do crédito malparado por via judicial depois de, em 2019, ter visto reembolsados 47 mil milhões de kwanzas, ou apenas 4,2 por cento da carteira de 1.118 mil milhões em dívida, soube o Jornal de Angola junto da instituição financeira.
A inspectora-geral adjunta da Inspecção Geral da Administração do Estado (IGAE), Rosa Micolo, decidiu desencadear um processo criminal contra os três candidatos do concurso público de ingresso realizado pela instituição, para provarem, em juízo, a alegada comercialização de vagas, anunciou a IGAE.
Arlete Chimbinda, vice-presidente da UNITA aborda, entre outros assuntos, a vida política nacional, a sua vivência no maior partido da oposição e as suas convicções.
A empresária Isabel dos Santos acusa o Presidente angolano, João Lourenço, de fechar mais de 50 contratos, desde 2017, no valor de três mi lmilhões de dólares sem licitação e de conduzir uma campanha selectiva em nome da luta contra a corrupção.
Em Angola “há um ciclo novo” e o que aconteceu com Isabel dos Santos “vai acontecer a outros que pediram dinheiro ao Estado e não pagaram”, afirmou à Lusa o antigo primeiro-ministro e ex-secretário-geral do MPLA Lopo do Nascimento.
Angola registou na quadra festiva uma situação de segurança pública e militar estável, com mais 11 crimes face ao mesmo período do ano passado, segundo o balanço final das operações policiais durante as festividades de Natal e Ano Novo.
O recém-inaugurado Centro Integrado de Segurança Pública, em Luanda, recebeu desde a sua entrada em funcionamento, há uma semana, mais de 76 mil chamadas, das quais 72 mil eram falsas emergências.
Os sindicatos angolanos desvalorizaram hoje o impacto da decisão judicial de arrestar as participações de Isabel dos Santos em nove empresas de Angola sobre os trabalhadores, defendendo que as empresas continuarão a funcionar e que os empregos estão salvaguardados.
Não há imunidade contra a possibilidade de JES ser declarante, esclarece jurista. Mas, se o ex-Presidente de Angola falasse, muita gente ligada ao poder "cairia", desconfiam analistas. Tudo não passará de um embuste?