Angola tem progredido no respeito pelos direitos humanos e pela liberdade de expressão, mas a repressão sobre ativistas mantém-se no enclave petrolífero de Cabinda e na província diamantífera da Lunda Norte, revelou a Human Rights Watch.
O ex-ministro das Finanças, Archer Mangueira, afirmou hoje, terça-feira, em tribunal, desconhecer a autorização do ex-Presidente da República, José Eduardo dos Santos, para a transferência dos USD 500 milhões para o Banco Crédit Suisse de Londres.
O coordenador do Projeto Agir, organização sociedade civil angolana, considerou hoje que a convocação de eleições autárquicas em 2020 vai traduzir-se na "inauguração de uma nova ética republicana" e espera que o Presidente angolano "cumpra a promessa".
O Hotel Diamante de Luanda e a empresa Enditrade vão ser privatizadas este ano, anunciou hoje o presidente do conselho de administração do Grupo Endiama EP, José Manuel Ganga Júnior.
O Presidente da República de Angola, João Lourenço, cancelou a participação na Cimeira de Investimento Reino Unido-África, que se vai realizar em Londres, por “questões de calendário”, indicou uma fonte governamental.
Um grupo de jovens de organizações cívicas angolanas anunciou hoje uma manifestação para 23 de janeiro em frente ao parlamento angolano "contra os vícios” do pacote legislativo autárquico", exigindo que seja aprovado no primeiro trimestre de 2020.
Os economistas Manuel Ennes Ferreira e Alves da Rocha apresentam na quarta-feira um livro sobre Angola com a mensagem central de que o país está a repetir os erros cometidos entre 2012 e 2017.
A Procuradoria-Geral da Repúbica (PGR) vai abrir, nos próximos dias, um inquérito sobre as denúncias de corrupção feitas pelo site "Maka Angola" contra o delegado provincial do Cuando Cubango das Finanças e o chefe da Repartição Fiscal de Menongue.
O Ministério Público (MP) angolano nada fez até agora para investigar as ameaças de morte que o ex-governador do Banco Nacional de Angola afirmou ter sido alvo por causa do processo em que é acusado, junto a José Filomeno dos Santos (Zenu), de burla por defraudação e branqueamento de capitais na transferência ilegal de 500 milhões de dólares do Fundo Soberano de Angola (FSDA) para uma conta no Crédit Suisse de Londres.
Numa entrevista à Reuters, a empresária disse que o arresto das contas e empresas por parte do governo angolano prejudicou as suas intenções de dividir a posição na Galp. Acusou ainda o presidente João Lourenço de a estar a usar como "bode expiatório".