Isabel é uma personalidade autêntica identificada num processo que já gerou empregos aos milhares de jovens angolanos. Apesar de ter – se lançado em busca de meios que viessem dar à Angola um futuro risonho expresso no empreendedorismo e no crescimento massivo da economia angolana.
O Juiz Conselheiro do Tribunal Supremo José Martinho Nunes (a esquerda) foi Delegado Regional do Banco Nacional de Angola em Benguela e Kwanza Sul (2011), exerceu igualmente as funções de Consultor Sénior para área Jurídica do BNA, (2004 – 2006) e Director do Gabinete Jurídico do Ministério das Finanças (1993-1994), neste momento encontra-se na condição de reformado do BNA, que poderá causar algum conflito de interessa na decisão a ser tomada.
Um antigo dirigente federal dos Estados Unidos Malik Chaka defendeu a "organização de audiências" sobre Angola pelo Congresso norte-americano e o departamento de Justiça a “auxiliar os angolanos”, no âmbito do caso ‘Luanda Leaks’.
Uma antiga embaixadora dos Estados Unidos em Angola considerou, na segunda-feira, serem necessárias "maneiras mais sofisticadas" de ver e combater a corrupção para distinguir a "fraude maciça".
Daniel Arap Moi, ex-presidente do Quênia que governou o país com mão de ferro entre 1978 e 2002, morreu nesta terça-feira (4) aos 95 anos.
O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, diz que o MPLA "institucionalizou a corrupção" em Angola. Em entrevista, afirma ainda que não há separação de poderes no país, ao contrário do que garante João Lourenço.
A análise por mim elaborada, pode ser algo simbólico, porém, em ciências de relações internacionais o simbolismo tem importância considerável.
Emergência climática é responsável pelas secas repetidas que deixam milhões de pessoas sem ter o que comer, empurrando garotas para a prostituição e o casamento infantil
Num reino da corrupção onde o impossível não existe: Angola é um caso à parte que muitos estudiosos são mesmo de opinião, de que ainda há muita coisa que precisa de ser estudada para melhor se perceber que nada é possível neste país.
O frenesim continua, desta vez com um putativo anúncio de negociações que estariam a correr entre a Procuradoria-Geral da República de Angola (PGR) e advogados representando Isabel dos Santos, com vista a um acordo global por meio do qual esta devolveria o suposto dinheiro desviado do Tesouro angolano e o Estado poria fim aos vários processos criminais, cíveis, arrestos e outros contra ela. Entretanto, a PGR rapidamente desmentiu a existência dessas negociações, negando-as categoricamente de forma clara e incisiva.