O Partido de Libertação e Unidade Social (PLUS) de Angola, uma nova formação política hoje apresentada em Luanda, surge para “libertar os angolanos dos males que os arruínam ano após ano”, disse o coordenador da comissão instaladora, Albino Wassuca.
As recentes revelações do jornal português Expresso sobre Edeltrudes Costa, o chefe de gabinete do presidente João Lourenço, expõem o maior dilema da luta contra a corrupção em Angola.
A UNITA, principal partido da oposição angolana, apelou hoje ao empenho do Parlamento Europeu na luta contra a corrupção, mas salientou que o tema “não se esgota nem se circunscreve no ‘Luanda Leaks’”.
Efacec lembra que empresa e acionistas são entidades separadas. E esclarece que está a funcionar normalmente.
A empresa norte-americana reclama o pagamento de uma indemnização que alega ter sido acordada com a Procuradoria-Geral da República de Angola.
O ministro de Estado para a Coordenação Económica, Manuel Nunes Júnior, arrisca-se a uma multa, por ter faltado, hoje, sem justificação, à audiência de discussão e julgamento, na Câmara Criminal do Tribunal Supremo, em que devia ser ouvido como testemunha do “Caso 500 milhões de dólares do BNA”, admitiu a porta-voz da sessão, Amor de Fátima.
A denúncia pública de que o director de gabinete do Presidente da República terá recebido, numa das suas contas,17,6 milhões de dólares, quando era ministro de Estado e Chefe da Casa Civil do ex-Presidente, José Eduardo dos Santos, a fonte da PGR adiantou que a instituição não tem notícia de que Edeltrudes Costa tenha cometido algum crime.
O ex-governador do Cunene, Vigílio Tyova, foi notificado e é ouvido amanhã pela Procuradoria-Geral da República (PGR), na sequência de acusações de gestão incorrecta de fundos que deveriam favorecer a população afectada pela seca naquela província.
A PGR de Angola confirmou ao Jornal Económico que pedido de congelamento de contas pessoais e de empresas de Isabel dos Santos foi “formalizado” em carta rogatória enviada após reunião, a 23 de janeiro, entre os Procuradores Gerais dos dois países. E que se insere no âmbito de arresto de bens da empresária em Angola, onde é acusada de ter lesado o Estado angolano em mais de mil milhões de euros.
Justiça portuguesa congelou contas bancárias da empresária angolana, suspeita de gestão danosa e evasão fiscal num processo que está a ser investigado em Angola e envolve uma transferência de 115 milhões de dólares.