O Presidente de Angola vai participar, em novembro, no Congresso Nacional da Reconciliação, um tema importante para os angolanos que ainda carregam "muitas feridas", anunciou hoje o presidente da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé (CEAST).
O aumento do preço do gasóleo em 2024 resultou numa descida global da subvenção de cerca de 400 milhões USD, ainda que parte destes ganhos tenham sido afectados pela desvalorização do Kwanza.
As ações do Banco de Fomento Angola (BFA) voltaram hoje a brilhar na bolsa angolana fechando nos 77.343 kwanzas (cerca de 72 euros), 25% acima do fecho de quarta-feira e mais 56% relativamente ao valor de entrada em bolsa.
Membros da sociedade civil angolana e ativistas disseram hoje que o Presidente angolano “consolidou um Estado militar, policial e repressivo” na sua governação e lamentaram a situação degradante de 12 “presos políticos”, detidos “ilegalmente” há dois meses.
O secretário-geral da JURA, braço juvenil da UNITA, Nelito Ekuikui, acusou o Presidente da República de Angola, João Manuel Gonsalves Lourenço, de ter “fracassado” na sua governaçã e de deixar o país numa completa desgraça.
O politico Ngola Kabango está suspenso de todas as actividades do partido FNLA. O anuncio foi feito em conferência de imprensa pelo Presidente do Partido, Nimi a Simbi, que fala em constantes divergências internas.
O Tribunal Supremo (TS) marcou, para o dia 27 de Outubro, a leitura do acórdão do processo em que são arguidos os generais Manuel Hélder Vieira Dias Júnior “Kopelipa” e Leopoldino do Nascimento “Dino“, de acordo com uma nota a que a ANGOP teve acesso esta quarta-feira (1).
Mais de 20 meninas foram durante meses exploradas sexualmente num bordel que está dissimulado no interior de um Snack-Bar, no "Espaço Brasil", em Luanda, onde foram igualmente mantidas em cativeiro, soube o Novo Jornal junto de fonte policial.
O ex-Presidente da República Democrática do Congo (RDCongo) Joseph Kabila foi hoje condenado à morte, após um julgamento à revelia por traição perante o tribunal militar do país.
África continua a subir à tribuna das Nações Unidas com discursos inflamados de paz, justiça e soberania. Acontece que ao regressarem aos seus respectivos países, muitos desses líderes africanos impõem políticas que se assemelham a um verdadeiro terrorismo político, sufocam os seus opositores, instrumentalizam a justiça, controlam a imprensa e governam pelo medo. Não se trata de bombas ou sequestros, mas de um terror silencioso que paralisa sociedades inteiras, mata sonhos e anula gerações.