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Quarta, 28 Janeiro 2015 16:51

Angola não é um país sério

José Eduardo dos Santos há algum tempo que se demitiu das suas funções e responsabilidades. Ou a Angola acaba com a corrupção, ou a corrupção acaba com a Angola.

O Mais certo é a corrupção matar Angola e José Eduardo dos Santos continuar demitido (Angola governada pelos os homens que rodeiam o presidente – general Manuel Hérder Vieira Dias “Kopelipa”, general António José Maria, Manuel Domingos Vicente, general Leopoldino Fragoso do Nascimento, José Filomeno de Sousa dos Santos, Gertrudes Costa, Bornito de Sousa Baltazar Diogo, Carlos Maria da Silva Feijó e Armando Manuel), tal qual, no passado, Mobutu Sese Seko Nkuku Ngbendu wa Za Banga do Zaire, actualmente República Democrática do Congo, Moammar Kadafi da Líbia e mais recentemente Robert Gabriel Mugabe do Zimbabwe e Jacob Gedleyihlekisa Zuma da África do Sul.

Caso raro, raríssimo: Angola está no meio de um maremoto político, com a fome e a miséria galopantemente a tomarem posições muito sérias no solo angolano. Em plena quarta-feira, com a reunião que determinou a saída de José de Lima Massano do B.N.A, a crise política atingiu o seu ponto extremo, o risco Angola caiu ainda muito mais para baixo. Os angolanos de Angola, por enquanto, não estão nem aí. Menos mal.

José de Lima Massano, governador do Banco Nacional está a ser confundido, mais uma vez, junto da sociedade angolana, de estar na origem da crise dos dinheiros dos bancos comerciais, dólares e transferências. Foi substituído por José Pedro de Morais, este ainda recentemente acusado a partir dos E.U.A. de envolvimento com grandes somas monetárias do erário público angolano. Por esta razão teve que fazer a sua travessia no deserto, por um longo período. Continuam aparentemente desconhecidos os descaminhos do fundo soberano, resultante das diferenças do preço do petróleo e a reserva do B.N.A esfumada misteriosamente.

Para os lobitangas, benguelenses e para o próprio M.P.L.A chega a ser comovente a confiança que alguns políticos e governantes de topo, aparentemente depositam no Amaro Segunda “Quiabo”, um militante duvidoso de última carruagem, cuja cumplicidade não tem sido até agora madrasta. Mais uma vergonha nacional sustentada pela corrupção activa no país.

O administrador municipal do Lobito sustentado pelo poder central, continua a fazer frente e a dificultar no Lobito o exercício do governo de Benguela, mas Isaac dos Anjos, governador de Benguela, não para de subir.

Francisco Rasgado

Jornal ChelaPress

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