Na mesma coletiva, secretário de Estado, Rubio classificou Cuba como um “desastre”, governado por líderes que descreveu como “senis e incompetentes”, e afirmou que o país sofre influência direta do presidente venezuelano Nicolás Maduro.
O secretário de Estado americano também acusou Cuba de ajudar a proteger o sistema do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e tomar conta do País. “Ajudaram a proteger Maduro, isso é bem conhecido, toda a agência de espionagem deles, tudo estava cheio de cubanos”, disse, acrescentando que um dos maiores desafios que os venezuelanos têm é o de declarar independência de Cuba.
Rubio voltou a reforçar que as falas de Trump não são uma ameaça, mas que resultam em ações na prática. “As pessoas precisam entender que este não é um presidente que apenas fala e faz cartas e conferências de imprensa. Se ele (Trump) diz que está falando sério sobre algo, ele fala sério, e isso (Venezuela) foi uma ameaça direta ao interesse nacional dos Estados Unidos, e o Presidente abordou isso”, disse.
Ponderou, contudo, que Trump não sai “caçando brigas” e quer se “dar bem com todo mundo”. “(Trump) conversará e se encontrará com qualquer um, mas não brinque. Não brinque com este presidente no cargo, porque não vai acabar bem. Essa lição foi aprendida na noite passada, e esperamos que seja instrutiva daqui para frente”, concluiu.
O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva manifestou nos bastidores, preocupação com as ameaças do presidente Donald Trump à estabilidade na América Latina. Em pronunciamento sobre o ataque que realizou contra a Venezuela, o republicano mencionou e fez ameaças também contra Colômbia e Cuba.
Trump repetiu, por exemplo, que o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, deve ficar esperto. "Ele [Gustavo Petro] tem rotas de cocaína, tem fábricas onde é produzida cocaína, então eu mantenho o que eu disse anteriormente: ele está produzindo cocaína e depois enviando para os EUA, então, sim, tem que ficar esperto", respondeu após pergunta de um jornalista.

