Adalberto Costa Júnior, presidente da UNITA, começou por resistir à ideia, mas Nelito Ekuikui, que já não se sentia confortável em Luanda, estava decidido. Tinha concorrido e perdido a eleição para a direcção da Juventude Unida Revolucionária de Angola (JURA) em 2018, mas está determinado a ganhá-la em 2023.
Se tem, como acredito mesmo terem, quer dizer, então todas as vezes que vão para as eleições eleitorais. Já vão conscientes de que só vão mesmo fazer sombra, peso, cheiro e legitimar o processo que não passa de farsa como legal às vistas do mundo?
A Comissão Económica do Conselho de Ministros aprovou, ontem, a Estratégia Nacional e as Linhas Gerais do Plano de Acção para Prevenção e Combate ao Branqueamento de Capitais, numa reunião orientada pelo Presidente da República, João Lourenço.
A direção do Sindicato Nacional de Professores (Sinprof) angolano vai reunir-se hoje para analisar “com profundidade” a proposta apresentada pelo Governo, de um aumento de 12,5% dos subsídios, que “não satisfaz”.
A Transparência Internacional (TI), a organização não-governamental (ONG) responsável pela elaboração do Índice de Percepção da Corrupção (CPI, na sigla inglesa) no mundo, mostra-se preocupada com o modo como as autoridades angolanas têm executado as políticas de combate à corrupção, alertando para indícios de motivações políticas.
Sabemos que o momento é agora, neste momento, já! Não espere pelo que está por vir. Fiquem no presente e trabalhe para que o futuro seja melhor e mais prazeroso. Não fique parado sonhando com o dia que pode não vir, o fato que pode não ocorrer, a oportunidade que jamais virá.
O secretário do Partido de Renovação Social (PRS) na província angolana do Huambo, acusa a Procuradoria Geral da República (PGR) de, sem qualquer explicação, ter arquivado os dois principais processos instaurados no âmbito do combate à corrupçao, designadamente “Restos a Pagar” e “Cinquenta mais um”, que alegadamente custaram ao erário público quase dois milhões de dólares
A Omunga, organização não-governamental angolana, exortou hoje o Presidente da República e os tribunais a acabarem com a “arrogância, arbitrariedade e atrocidades” na atuação da polícia nacional durante manifestações, criticando a repressão da marcha de sábado, em Luanda.
O deputado pela bancada parlamentar da UNITA, maior partido da oposição em Angola, Carlos Xavier, disse ter sido detido por largas horas e alvo de maus tratos, por agentes da polícia da esquadra do Rangel, em Luanda, no sábado, 28.
O Grupo de Trabalho de Monitoria dos Direitos Humanos (GTMDH) angolano condenou hoje o “uso desproporcional" da força por parte da polícia nacional para “dispersar e violentar” manifestantes, que pretendiam “marchar pacificamente” no sábado passado, em Luanda.