O Presidente angolano designou hoje oito magistrados como juízes conselheiros do Tribunal Supremo, aprovados em concurso curricular, e exonerou o seu secretário para os Assuntos Judiciais e Jurídicos, foi anunciado.
A China pediu hoje ao Tribunal Penal Internacional (TPI) que evite “dois pesos e duas medidas”, depois de este ter emitido um mandado de prisão contra o presidente russo, Vladimir Putin, por crimes de guerra.
O centro de pesquisa sobre Angola CEDESA propõe a cisão da Sonangol Distribuição em três empresas e a privatização de duas delas, entre várias medidas necessárias para que o país retire os subsídios aos combustíveis.
Uma delegação de mecanismo ‘ad hoc’ está a visitar as áreas de acantonamento do M23 para confirmar a existência de condições, informou o ministro de Estado e chefe da Casa Militar do Presidente da República de Angola.
O presidente da UNITA, maior partido da oposição angolana, acusou hoje a comunidade internacional de fechar os olhos aos direitos humanos e à democracia para defender os seus interesses em Angola.
Analistas consideraram hoje à Lusa que a violência usada pela polícia moçambicana para travar uma marcha em homenagem ao ‘rapper’ Azagaia mostra que a Frelimo tem “medo de uma Primavera Árabe”, mas a repressão deverá intensificar a contestação.
Os organizadores da marcha pacífica em homenagem ao ‘rapper’ Azagaia, hoje reprimida pela polícia moçambicana com gás lacrimogéneo, em Maputo, dizem que a ação das autoridades é prova de que a Constituição não funciona no país.
Manuel Armando da Costa Ekuikui é o novo secretário-geral da Juventude Unida Revolucionária de Angola (JURA), eleito, sexta-feira, durante o V congresso ordinário da organização.
O Chefe de Estado angolano, João Lourenço, está reunido com o seu homólogo da República Democrática do Congo (RDC), Félix Tshisekedi, no quadro das consultas periódicas para a segurança do Leste deste país.
Cooperativas agrícolas de ex-militares angolanos na comuna do Calumbo, município de Viana, em Luanda, acusaram agentes da fiscalização e da polícia locais de “vandalizarem”, pela sexta vez consecutiva, as suas culturas e moradias e pedem auxílio do governo provincial.