O político do MPLA Job Capapinha disse hoje que a UNITA (oposição) foi a “maior beneficiária” da paz, pela “complacência” do ex-presidente angolano, ou “teriam desaparecido tal como chegaram franzinos das matas”.
Angola vive em paz. Não há dúvidas quanto a isso, mas não é garantido que não volte, um dia, a acontecer uma nova guerra.
O MPLA, no poder em Angola, perdeu "milhões de dólares" do Orçamento do Estado, por reduzir o número de deputados no parlamento após as eleições de 2022, disse esta terça-feira um dirigente partidário, receando pelo mesmo cenário nas autárquicas.
O aumento de assassinatos por razões desconhecidas está a levantar suspeitas da existência de “esquadrões da morte” dentro da própria polícia angolana, algo rejeitado pelo Serviço de Investigação Criminal (SIC) como não tendo qualquer fundamento.
O grupo parlamentar da UNITA, maior partido da oposição angolana, instou hoje as autoridades a investigarem as ameaças de morte de que está a ser alvo o secretário-geral do Sindicato dos Professores do Ensino Superior (Sinpes).
O antigo vice-presidente de Angola, Manuel Vicente, vai contar em livro a sua versão sobre a entrada da Sonangol no capital do BCP, dá conta o Jornal de Negócios esta terça-feira.
Adalberto Costa Júnior, atacou, em Benguela, o Decreto Presidencial nº 69/21, que estabelece dez por cento em cada bem recuperado para magistrados, no âmbito do combate à corrupção, com o argumento de que o diploma compromete a imparcialidade de juízes no julgamento de determinados processos, porque passam a ser parte interessada
A Autoridade Nacional de Inspecção Económica e Segurança Alimentar (ANIESA) decretou hoje (segunda-feira) uma tolerância de 30 dias para as empresas produtoras de cigarros deixarem de usar ingredientes que tornem os produtos mais atractivos para os consumidores.
O Procurador-Geral da República de Angola disse que as imunidades atrasaram o processo judicial contra o ex-vice-presidente Manuel Vicente, mas frisou que "o trabalho está a ser feito".
O Presidente angolano considerou hoje positivo o desempenho da diplomacia nos últimos cinco anos, reiterando a necessidade de reforço na área económica e de mais esforço para eliminar a burocracia.