O país sofrerá consequências económicas e financeiras com grandes implicações sociais, se no período de um ano não suprir as insuficiências constatadas a nível dos orgãos que compõem o sistema anti-branqueamento de capitais do país.
Meses após a realização de eleições gerais, o pais encontra-se a contas com mais uma crise cambial, desta vez sem precedentes, provocando um incontrolável aumento geral de preços (produtos e serviços) e o agravamento superlativo do já incompativel e reduzido poder de compra dos cidadãos, pondo em causa a satisfação das suas necessidades sociais devido à parca e incipiente produção interna e à excessiva dependência às importações de bens de primeira necessidade.
A Recredit- Gestão de Activos levou ao Tribunal processos avaliados em 129 mil milhões de kwanzas, no âmbito da recuperação de activos tóxicos adquiridos ao Banco de Poupança de Crédito (BPC).
A organização não-governamental (ONG) Human Rights Watch (HRW) acusou hoje as forças de segurança angolanas de “homicídios ilegais, de abusos graves contra ativistas políticos e manifestantes pacíficos desde janeiro”.
O leilão de 34 viaturas apreendidas no processo de recuperação de activos do Estado, realizado domingo, arrecadou 1,7 mil milhões de kwanzas (2,1 milhões dólares), o dobro do valor previsto 771.671.371,26 kwanzas (935.431 dólares).
O país está quase falido e por isso paralisado, e sem solução à vista, que ajude a tirá-lo do marasmo que o envolve. Por outro lado, o cidadão nacional encontra-se de costas viradas com o regime e sobretudo com o presidente do MPLA que também é presidente da república.
O Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos lança, este domingo, um leilão de 108 viaturas e três embarcações apreendidas âmbito dos processos de recuperação de activos judicialmente autorizados.
O Governo angolano descarta a possibilidade de ir, ainda este ano, aos mercados internacionais para contrair nova dívida. A informação foi avançada pela Ministra das Finanças, Vera Daves de Sousa, durante um encontro que manteve com os jornalistas, para abordagem de uma série de questões relacionadas a economia do país.
O presidente da UNITA, maior partido da oposição angolana, afirmou hoje em Luanda, que a iniciativa de destituição do Presidente da República, João Lourenço, “é para materializar, não vai ficar parado”.
Uma campanha para a recuperação de rendas resolúveis nas centralidades do Kilamba e Sequele, em Luanda, vai ser lançada, este mês de Agosto, pelo Fundo de Fomento Habitacional (FHH), devido às dívidas elevadas dos moradores, na ordem dos 65 por cento.