A Comissão para a Implementação do Plano de Reconciliação em Memória das Vítimas dos Conflitos Políticos (CIVICOP) desdramatizou as declarações do presidente da UNITA e assegurou ao jornal OPAÍS que a comissão não perdeu de vista os desígnios que levaram à sua criação, muito menos tem sido instrumentalizada ou utilizada para injuriar pessoas singulares ou organizações políticas
Especialistas e figuras cívicas angolanas consideram “uma aberração”, o anúncio da contratação de médicos russos para trabalharem em unidades hospitalares angolanos aos quais o Governo poderá pagar salários muito acima do que paga aos quadros angolanos.
A seleção angolana de futebol participará pela nona vez numa fase final de um Campeonato Africano das Nações (CAN), apesar do empate a zero bolas, esta quinta-feira, no Estádio Tundava, na cidade do Lubango, província da Huila, com o Madagáscar.
O Presidente da República, João Lourenço, exonerou esta quinta-feira Domingos Manuel Eduardo, do cargo de vice-governador da província de Malanje para o Sector Político, Social e Económico.
O projeto político PRA-JA Servir Angola, de Abel Chivukuvuku, anunciou um “recurso de agravo” depois de ter recebido a decisão do Tribunal Constitucional angolano que rejeitou rever o acórdão que inviabiliza a legalização do partido.
A cada dia que passa, a imagem da União Africana (UA) continua a deteriorar-se ao ponto do ridículo. A instituição precisa de mudar o seu paradigma e optar por roupas novas. Chegou a altura de redigir uma nova carta que a obrigue a agir a montante.
A Associação dos Motoqueiros e Transportadores de Angola (Amotrang) contestou hoje a proibição de circulação de mototáxis nas principais vias de Luanda, lamentando o "impacto negativo" da medida e não terem sido ouvidos.
O presidente da Fundação 27 de Maio considerou hoje as divergências entre os partidos angolanos UNITA, na oposição, e MPLA, no poder, na comissão de reconciliação das vítimas de conflitos políticos como “uma espécie de continuação da sua luta”.
O Presidente da República, João Lourenço, pronunciou-se, esta quinta-feira, sobre o caso de alegada corrupção desportiva e considerou que se criou "uma situação muito grave".
O Tribunal da Relação negou o pedido de Habeas Corpus do arguido Pedro Lussati, condenado em segunda instância a 12 anos de prisão, embora reconheça que já expiraram os prazos da prisão preventiva do arguido.