As exportações angolanas diminuíram 17,6% no segundo trimestre, face ao período homólogo, fixando-se em 4,8 bilhões de kwanzas (5,5 mil milhões de euros), com a balança comercial a manter um saldo positivo.
De cinco mil milhões de dólares em 2017, o Fundo Soberano de Angola tem agora 1,5 mil milhões de dólares e especialistas apontam falhas na sua execução.
O ano académico 2023/2024 no ensino superior inicia nesta quinta-feira (dia 28), no país, com 230 mil e 252 vagas.
Dezenas de famílias angolanas desenterram arroz com o prazo de validade vencido na lixeira situada no bairro Atira, arredores da cidade de Benguela, numa correria associada à situação de fome e miséria no país.
A 2ª reunião do Conselho de Segurança Nacional encerrou, esta segunda-feira, em Luanda, durante a qual foram analisados os conflitos no mundo e os recentes golpes de Estado em África.
No cenário político angolano, as eleições gerais de 2022 deixaram um profundo impacto e uma mensagem clara: o desejo de mudança e renovação. Essa chamada à transformação não se limitou aos partidos políticos estabelecidos, mas também se estendeu às organizações juvenis, como a JMPLA (Juventude do Movimento Popular de Libertação de Angola), assim como no braço juvenil da UNITA - a JURA (Juventude Unida Revolucionária de Angola).
Nos primeiros seis meses de 2023, as concessionárias membro da ACETRO venderam 4.097 viaturas, equivalentes a 86% do total das vendas de todo o ano passado. Vendas nos primeiro meses foram animadoras para o sector, mas a forte desvalorização do kwanza desde Maio retraiu as vendas no final do semestre.
O Bureau Político do Comité Central do MPLA proibiu os primeiros secretários provinciais da OMA e da JMPLA de acumularem estes cargos com os de deputado, numa altura em que, nesta segunda-feira, 25, o comité provincial da JMPLA em Luanda elege Ernesto André como novo primeiro secretário.
Energia e transportes foram os beneficiaram de empréstimos chineses a Angola, entre 2000 e 2022, num total de 45 mil milhões de dólares (42 mil milhões de euros), um quarto do montante concedido pela China a África neste período.
O economista angolano Alves da Rocha considera que o modelo chinês de desenvolvimento económico é o que mais se adequa a África e classifica a cooperação com a Europa como “um falhanço”.