Os alunos angolanos aprendem em oito anos de escolaridade apenas o equivalente a terem apenas três ou quatro anos de escola, disse hoje um responsável angolano, associando problemas na aprendizagem a fatores como as dificuldades de mobilidade.
Mais de 11 mil habitantes abandonaram as suas residências e zonas de cultivo na comuna da Serra de Kanda, província angolana do Zaire, por falta de estradas na localidade há quase três anos, noticiou hoje a imprensa angolana.
O Governo angolano anunciou hoje que retoma esta terça-feira as negociações com os sindicatos sobre questões salariais, a uma semana da data prevista para o início da terceira fase de uma greve geral em Angola.
Órfãos das vítimas de 27 de Maio de 1977 denunciaram hoje “erros grosseiros” e “falta de transparência” da comissão angolana encarregada da investigação e entrega dos restos mortais das vítimas da alegada tentativa de golpe de Estado.
A Frente para a Libertação do Estado de Cabinda - Forças Armadas Cabindesas (FLEC-FAC) denunciou hoje a "limpeza étnica contra as populações cabindesas" no Congo Central e apelou às Nações Unidas para condenarem "veementemente este crime".
O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, afirmou que as histórias das vítimas do 27 de Maio de 1977 "continuam a ecoar como um lembrete sombrio das consequências da intolerância e do autoritarismo", defendendo a construção de um País onde todos os cidadãos "possam viver em segurança e dignidade, livres do medo da repressão e da violência".
O governo de Israel lançou ataques contra campo de refugiados em Rafah matando palestinos que foram queimados vivos.
Sabe-se que os EUA são um dos principais exportadores mundiais de carne de aves de criação. Ao mesmo tempo, os EUA ocupam cerca de metade do mercado total deste produto em Angola, enquanto o seu concorrente mais próximo, o Brasil, tem apenas uma quota de 30% nas importações. Nos últimos anos aumentou significativamente a exportação de aves de criação dos EUA para Angola a partir dos EUA.
O Presidente angolano expressou hoje preocupação com a situação de instabilidade em países da África Austral, como a Republica Democrática do Congo e Moçambique, e defendeu eleições “livres e transparentes” como a única via para o poder.
Ao fim de 30 anos de democracia plurirracial, a África do Sul prepara-se para iniciar a mais importante transição da sua história pós-apartheid, a confirmar-se a perda da maioria parlamentar do ANC nas eleições gerais de quarta-feira.