O rapper angolano Prodígio disse à Lusa que “uns têm mais motivos do que outros” para comemorar a independência de Angola e salientou que o destino do país está na mão “de todos os angolanos”.
Apesar de a malária ser a principal causa de óbitos em Angola, com milhares de mortos todos os anos, a prioridade do Executivo parece estar virada para a construção de grandes hospitais em detrimento das unidades primárias e secundárias de saúde que deveriam assistir, em primeira instância, os pacientes dos bairros pobres que estão arredados dos centros urbanos.
Em uma entrevista reveladora, a O Decreto, o pré-candidato do V congresso ordinário do PRS condenou a sua recente expulsão da reunião daquele partido. O militante do PRS e actual Secretário da JURS, braço juvenil do Partido de Renovação Social, Gaspar dos Santos Fernandes, fala também sobre as manipulações no processo do congresso e a necessidade urgente de renovação dentro do partido.
O antigo secretário-geral do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), Julião Mateus Paulo “Dino Matross”, afirmou hoje que são infundadas acusações de que estaria a conspirar contra o líder do partido e Presidente da República, João Lourenço.
O cantor Paulo Flores diz que há sempre motivos para comemorar a independência de Angola, apesar do que falta alcançar, sublinhando que a sua inspiração, onde se misturam dor e mágoa, continua a ser a bandeira nacional.
As autoridades angolanas estão a encontrar dificuldades em vender s dezenas de hotéis confiscados ao empresário Carlos São Vicente condenado em primeira instância por peculato, fraude fiscal e branqueamento de capitais.
O Tribunal Supremo de Justiça da Venezuela (TSJ), a mais alta corte do país, declarou nesta quinta-feira (22) reconhecer a vitória do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, nas eleições do país ocorridas em 28 de julho.
A UNITA, oposição angolana, desvalorizou as “polémicas desnecessárias” sobre a ausência de dirigentes na apresentação da Fundação Jonas Savimbi, cuja ação filantrópica não se confunde com ação política, garantindo que esta “vai ter sempre o carinho” da direção.
O administrador da Autoridade Reguladora da Concorrência (ARC) defendeu hoje a independência do Ministério das Finanças para o regulador melhor executar o seu papel, que inclui também a avaliação de políticas públicas, podendo chocar com decisões do Executivo.
A UNITA (oposição) disse hoje que a Assembleia Nacional de Angola não se afirmou ainda como poder soberano, com identidade própria, separado e independente do poder executivo, considerando que o segundo ano parlamentar foi “marcadamente negativo”.