O MPLA, partido no poder em Angola desde a independência, em 1975, inicia hoje um congresso extraordinário de dois dias entre polémicas relacionadas com pedidos de impugnação e a alteração dos estatutos.
O governo ruandês disse hoje que o adiamento da cimeira tripartida de Luanda sobre a paz na República Democrática do Congo se deveu a "questões críticas por resolver" e acusou as autoridades congolesas de ameaças.
O ministro angolano das relações Exteriores, Téte António, disse este domingo que o adiamento da cimeira tripartida sobre a paz na República Democrática do Congo se deveu a divergências entre as partes congolesa e ruandesa sobre o grupo armado M23.
Acusada de 12 crimes, a empresária angolana espera "retornar e servir o país". Isabel dos Santos não fecha a porta a uma possível candidatura à presidência "caso surja essa oportunidade".
Há justiça operante em Angola, ou simplesmente ela foi engolida pelo executivo! Os Juízes conselheiros, vivem agachados ao poder executivo ou não! Ao negar a providencia cautelar, eles demarcaram-se da verdade constitucional ou não! Ficou demonstrado o seu frágil conhecimento jurídico ou não!
O militante do MPLA António Venâncio, pré-candidato à liderança do partido angolano, anunciou que vai avançar com uma ação contra o congresso extraordinário que começa na segunda-feira, depois do Tribunal Constitucional indeferir a providência cautelar que tinha interposto.
O especialista em relações internacionais Osvaldo Mboco disse hoje que a cimeira tripartida para a paz na República Democrática do Congo (RDCongo), domingo em Luanda, visa “conciliar pontos fraturantes e encurtar diferenças” entre os Presidentes congolês e ruandês.
Recentemente o presidente norte-americano Joe Biden esteve em Angola, naquilo que alguns chamaram de seu “último triunfo” e os jornalistas da mídia oficialista chamaram de “vitória diplomática do PR João Lourenço”. Contudo, os resultados desta visita são até o momento desconhecidos pelo povo angolano.
Fragata de Morais lança críticas ao seu próprio partido e chama atenção para o que se está a passar em Moçambique. Manifesta-se contra a alteração dos estatutos no VIII Congresso Extraordinário, sublinhando que só um conclave ordinário tem competência para o fazer.
O analista angolano Bali Chionga disse hoje que a alteração dos estatutos prevista no VIII congresso do MPLA, que se inicia segunda-feira, vai harmonizar um conflito normativo, devido à existência de três normas relativas à designação do candidato presidencial.