Terça, 10 de Março de 2026
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O Governo angolano aprovou a contratação de mais um financiamento, o quarto em dois meses, neste caso no valor de 247,8 milhões de euros, envolvendo o Aproveitamento Hidroelétrico de Laúca, a maior barragem do país.

A agência de notação financeira Standard & Poor's (S&P) considerou hoje que Angola vai ser, este ano, o segundo maior emissor de dívida na África subsariana, endividando-se em 15,9 bilhões de dólares.

A restrição no carregamento de cartões de crédito internacional, como Visa e Master Card, continua a dificultar a vida dos cidadãos com necessidade de apoiar familiares no exterior do país, mesmo depois da recomendação do Banco Nacional de Angola para os bancos comerciais disponibilizarem um valor de até 500 euros.

O Estado angolano prevê realizar este ano uma emissão especial de 500 milhões de dólares (403 milhões de euros), em moeda estrangeira, para resgatar uma dívida ao fundo britânico Gemcorp.

O preço para comprar divisas nas ruas de Luanda voltou a descer na última semana, em sentido contrario à depreciação do kwanza angolano face às moedas europeia e norte-americana, aparentando assim uma convergência entre os mercados oficial e informal.

A população da província do Moxico, usuária dos serviços da TAAG, Linhas Aéreas de Angola, continua inconformada com o sistema de novos tarifários aplicados pela companhia, por beneficiar apenas os passageiros que fazem reservas com antecedência de sete e 14 dias para viagens domésticas.

O Governo angolano prevê emitir este ano quase 900 milhões de euros de dívida pública para capitalizar bancos e empresas públicas, de acordo com o Plano Anual de Endividamento (PAE) para 2018, a que a Lusa teve acesso.

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