Quinta, 26 de Março de 2026
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A reestruturação da dívida alivia a pressão sobre as contas angolanas, mas “é preciso pagar este empréstimo” e não se sabe exatamente em que condições, disse o economista Carlos Rosado de Carvalho, mostrando-se preocupado com a divida à China.

Os preços do conjunto de alimentos da cesta básica nos principais armazéns de Luanda aumentaram em relação a Março, período em que se registaram os primeiros casos da pandemia na capital angolana.

O valor real da dívida de Angola com a China está calculado em 20.1 bilhões de dólares ou 20.1 mil milhões de dólares, e é o maior credor do país, disse hoje a ministra das Finanças, Vera Daves.

A ministra angolana das Finanças, Vera Daves, afirmou hoje que as iniciativas para o alívio da dívida negociadas no âmbito do G20 se deverão traduzir numa poupança de seis mil milhões de dólares (cinco mil milhões de euros) até 2023.

As moedas estrangeiras, o dólar norte-americano e o euro mantêm os seus preços, acima dos 75 mil e 85 mil kwanzas, no mercado de câmbio informal, vulgo "Kinguilas", de alguns pontos de Luanda.

A consultora NKC Research considerou hoje que a moeda nacional de Angola, o kwanza, vai desvalorizar-se 50% este ano face ao dólar, com a inflação a chegar ao valor mais alto desde dezembro de 2017.

A agência de notação financeira Moody's estima que Angola enfrente uma recessão de 3,3% do PIB e que a dívida pública suba para 120% este ano, com as métricas de crédito a deverem deteriorar-se significativamente.

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