A corrupção do governo, “elemento principal que impulsionou os acontecimentos da Primavera Árabe” na Tunísia ou Egito, tem vindo a acentuar-se em Angola desde 2005, com os empréstimos da China.
Os presidentes dos seis principais partidos políticos da oposição angolana apelaram, em posição conjunta, à libertação dos 15 ativistas detidos em Luanda desde junho e à “completa independência” dos tribunais para garantir “julgamentos justos” em Angola.
Petróleo rendeu a Angola 256 mil milhões de euros desde fim da guerra, mas isso não equivaleu a diversificação da economia angolana, aponta Alves da Rocha, em Luanda.