O Ministério do Ensino Superior desta monarquia travestida de república teve a lata, inaudita em qualquer país aspirante a ser uma democracia e que integra já o anedotário internacional, de elaborar um Despacho para especificamente atingir um único cidadão, William Tonet.
O Movimento dos Jovens Revolucionários de Angola fez um ultimato às autoridades para libertarem os cinco activistas detidos há uma semana. Se não estiverem em liberdade até esta segunda-feira, haverá mais protestos.
No rescaldo das eleições moçambicanas e de forma pouco surpreendente, infelizmente, o principal partido da oposição, a Renamo, deu mais um mau exemplo daquilo que é o estratégico preconceito da “perseguição política” ao não aceitar, com o devido sentimento democrático, aquilo que foi a esmagadora vontade que o povo expressou nas urnas em relação a configuração do novo poder.
A exploração do CFB (Caminho-de-Ferro de Benguela) está em vias de ser atribuída à Cochan, cabeça de um conglomerado de empresas (AM809), uma das quais, DT Group, também participará na operação.
O rapper angolano Kid Mc, conhecido pelo seu estilo “revolucionário” e por difundir mensagens sobre os problemas da sociedade angolana e não só, surpreendeu os seus fãs ao anunciar que se tornou militante do partido JMPLA.
Da esquerda trabalhista de Lula e Dilma ao social-elitista de Agostinha Neto e José Eduardo dos Santos, dificilmente se existirá neles qualquer divisor de águas que os diferencie por serem ambos idênticos na forma peculiar de agir.
Reclamar uma repetição das últimas eleições gerais ou promover a formação de um governo de unidade em Moçambique são cenários equacionados pela Renamo, que se diz agora apostada num processo de diálogo com “os irmãos do Governo”. O que o maior partido da oposição moçambicana parece excluir nesta altura é um retorno à violência. À posição assumida este sábado por Afonso Dhlakama a Frelimo reage com cautela: haverá resposta quando houver convite.
Parece que as autoridades portuguesas se interessaram pelos negócios do General Kangamba em Portugal . Há quase um ano, publiquei com dois colegas um apanhado desses esquemas, que já tinham preocupado as autoridades judiciais francesas e brasileiras. O que segue é um extracto do livro “Os Donos Angolanos de Portugal” (Jorge Costa, João Teixeira Lopes e Francisco Louçã, publicado pela Bertrand Editora, primeira edição em janeiro de 2014).
A Polícia de Investigação Criminal (DNIC) no Zaire desmentiu a história da suposta ressurreição do jovem Samuel João Inês, que alegava ter morrido há cerca de dois anos, por acidente de viação, na localidade de Kimpemba, comuna do Sumba.
A Renamo denunciou hoje que o apuramento dos votos foi interrompido em Nicoadala, na província da Zambézia, centro de Moçambique, após um alegado erro informático alterar a ordem dos candidatos, dando vantagem a Filipe Nyusi, da Frelimo.