Angola acolhe na próxima semana uma reunião técnica de preparação de um encontro entre o governo da República Democrática do Congo (RDC) e os rebeldes do M23, disse hoje à Lusa fonte governamental angolana.
O MPLA, como já noticiámos, começou o seu V Congresso Extraordinário, hoje, quinta-feira, com vista a revitalizar as suas estruturas de base. Isso diz agora o seu líder, quando ainda ontem, afirmava o contrário.
O comandante da Unidade de Trânsito de Luanda, superintendente Roque Silva, disse que a detenção de condutores por tentativa de suborno com valores monetários aos agentes desta área da corporação vai continuar.
O presidente do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), partido no poder, disse hoje em Luanda que aquela força política "continua a ser o principal instrumento de ação política nacional".
Há quatro factores que impedem Angola "de avançar muito mais e que podem até colocar em risco o progresso atingindo nos últimos anos", um deles é o desafio que representa a sucessão de José Eduardo dos Santos, realça Ricardo Soares de Oliveira, professor de Política Africana na Universidade de Oxford.
O Movimento Popular para a Libertação de Angola (MPLA), partido no poder, realiza hoje o seu V congresso Extraordinário, e que participam 2.126 delegados provenientes de todo o país e do estrangeiro.
A Bolsa de Dívida e Valores de Angola (BODIVA) arranca amanhã com a negociação, numa primeira fase, da dívida pública e registos de operações fora da praça financeira, assegurou ao Jornal de Angola o presidente da Comissão Executiva.
A SOS Habitat nega acusação de que está a dar proteção a ocupantes ilegais de terras em Angola. Esta semana o jurista e também ex-chefe da Casa Civil, Carlos Feijó, terá feito essa acusação numa conferência sobre terras.
A equipa do Kabuscorp do Palanca anuncia hoje no seu site oficial a contratação do avançado senegalês Ladji Keita (ex-Petro de Luanda) e do internacional angolano Dominique Kivuvu, proveniente do futebol romeno.
O trabalho de mobilização política” a que Bento Kangamba se dedica em Luanda (AM892) é especialmente apreciado nos órgãos de poder do regime, daí advindo o seu notório “peso político”. Em muitas das suas manifestações, eventualmente as mais genuínas, tal apreciação não denota, porém, sentimentos de consideração pessoal e/ou política, mas apenas uma noção de mera utilidade.